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Olá, não sei se você percebeu, mas precisamos muito mais do que temos em nossos corpos.

março 4, 2010

Não tenho grandes esperanças no futuro, mas confio nas vitórias do meu presente, minha mente inquieta me grita aos ouvidos, que tudo que tenho é muito pouco. É a união de rimas pobres e aliterações indefinidas, composto do nada. Frases e copos vazios. O que fazer quando nem a literatura e os romances alencarstícos infla você de Luris*. Isso me faz definir, que tudo, extremamente em tudo, precisa-se ir além. Até as volúpias, as bacanais, orgias e bohemias são extremamente fugazes. Tomei uma decisão importante: Cortar todo o tipo de coisa fulgaz, recente ou não, familiar, fraternal, humana, qualquer uma delas, se for superficial, não existirá na minha metodologia. Que cause decepçoes, que não traga o entendimento, que haja retalhações, é tudo necessário. Não renovarei minhas licenças poeticas, nem meu conteúdo criacional ativo, isso é superfulo. A bola da vez é criar conceito, técnicas, distorcer referências e referenciar as distorções da alma que causarei. Quero geral emoções, quero gerar inimizade, confronto, discuções, pancadarias filosoficas, nem que para tudo isso tenha que me negar três vezes, e me trair com um beijo na face. Se me crucificarem, que façam com emoção, no extremo da pele, que dê para sentir no ar a raiva, o ódio por mim, havendo sentimentos extremos tudo é permitido. O objetivo é eliminar os fracos e os fugazes, é abolir da minha vida o que é engotico e sem importaria. Não há mascara que resiste a uma tsunami de sensações. Tudo que é intenso é sincero, real, sensorial até a ultima molécula. Intensidade é vida. Por isso, não concorde comigo, apenas sinta as coisas passarem na sua cabeça, elimine o desnecessário, construa sua cultura, invente sentimentos, não tente definir o que é a sensação. Curta sua intensidade, apenas isso.

– Em plena crise criativa estacionária.

– Tudo fora dos eixos

– Semaninha longa

(a foto) – Quente!

Enquanto isso no cinema

Ele: Oi, posso pegar na sua mão ?

Ela: Pode! Você tem medo do escuro?

Ele: Não ;), e você ?

* Luris = sentimentos indefinidos, sentidos, simplesmente sentidos.

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One comment

  1. Profundo esse texto, né?!
    Reflexão total!
    Sorte em suas buscas pelo q realmente te agrega…..e o desprendimento daquilo q não te traz relevância.

    Bjs
    Tati (Talita)..rs



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